O futebol brasileiro tem sido historicamente reconhecido por exportar talentos para o mundo, mas também já viu clubes investirem cifras significativas para repatriar jogadores. Vamos explorar mais de perto as quatro transferências mais caras da Europa para o Brasil e o impacto que esses retornos geraram.
Em 2013, o Santos surpreendeu ao fazer um dos maiores investimentos de sua história ao trazer de volta o atacante Leandro Damião, que estava no Villarreal, Espanha, por um valor recorde de R$ 41 milhões. A expectativa era altíssima, porém Damião não correspondeu às expectativas em campo, tornando-se uma das contratações mais dispendiosas e polêmicas do futebol brasileiro. Após passagens por diversos clubes em empréstimos, o jogador acabou rescindindo seu contrato com o Peixe.
O Corinthians, com o suporte da MSI, protagonizou uma das contratações mais emblemáticas ao trazer Carlos Tévez, então no Manchester United, por volta de R$ 40 milhões em 2005. A chegada do argentino representou um marco para o futebol nacional, visto que Tévez era um dos talentos mais promissores do mundo na época. Sua performance brilhante foi fundamental para a conquista do Campeonato Brasileiro de 2005 pelo Timão, antes de sua transferência para o West Ham, na Inglaterra.
O Atlético Mineiro decidiu repatriar Diego Tardelli em 2019, após sua passagem pelo Shandong Luneng, na China, desembolsando cerca de R$ 20 milhões. Tardelli já havia sido ídolo no Galo, contribuindo significativamente para a vitória na Libertadores de 2013. No entanto, sua segunda passagem pelo clube não alcançou o mesmo nível de sucesso, levando-o a deixar a equipe ao fim da temporada.
Em 2013, o Corinthians investiu aproximadamente R$ 15 milhões para repatriar Alexandre Pato do Milan, Itália. Pato chegou com status de estrela, porém sua passagem pelo clube foi conturbada, marcada por atuações instáveis e a infame cobrança de pênalti contra o Grêmio na Copa do Brasil. O jogador acabou sendo trocado por Jadson, do São Paulo, encerrando assim sua passagem pelo Timão.